segunda-feira, 19 de maio de 2014

Análise do "Manifesto", "Leia para uma criança" do Banco Itaú.





 Quais os objetivos deste artefato?


- Incentivar a leitura para as crianças,divulgando as ações do banco nesse sentido, como a distribuição gratuita de mais 22 milhões de livros, reforçando a imagem de que a instituição financeira está comprometida com a mudança e com a educação. Desta forma obviamente o banco pretende atrair mais clientes.

A quem se endereça? 
- A propaganda é endereçada ao público adulto, entretanto a utilização de crianças também atrai a atenção do público infantil, que muitas vezes tem poder de decisão no consumo de produtos e serviços.


Afinal, de que trata esse programa? Quem fala e de que lugar, com que linguagens se faz este produto? 

A campanha conta com um narrador, e com imagens lúdicas de crianças, há portanto um apelo emotivo. O comercial se utiliza de muitas estatísticas, frases de efeito além de gráficos simples (também muitíssimos utilizados em campanhas políticas, como você pode conferir nesse vídeo humorístico clicando aqui.) 
 Esse "mix" de informações sérias e científicas, com imagens lúdicas, confere ao comercial uma credibilidade mas ao mesmo tempo proximidade com o espectador. 


Que relações fazer entre esse artefato da mídia e outros problemas, teorias ou temáticas de interesse para a educação?
- Acredito como leitor, no poder de transformação da leitura e na necessidade de que este hábito se inicie desde cedo. Todos nós, inclusive as empresas, temos um papel decisivo nesse sentido. Várias empresas atualmente tem voltado o olhar para estas questões como é o caso da RBS TV, que criou recentemente a campanha " A educação precisa de repostas" e o Prêmio RBS de Educação. Nesse vídeo Pontes para o encantamento, podemos observar os desafio para a formação de leitores. 

E você, acredita no poder da leitura? Deixe seu comentário!




segunda-feira, 21 de abril de 2014

Refletindo sobre as mídias, os processos educacionais e as práticas docentes

fonte: http://profissaobolsista.blogspot.com.br/2011_02_01_archive.html


                    O mundo contemporâneo é caracterizado pelo crescente acesso ás mídias digitais. Em decorrência do projeto modernista, a máquina foi cada vez mais interferindo nas relações humanas e esse desenvolvimento tecnológico acabou criando problemas que não existiam anteriormente. 
                    Charles Chaplin em "Tempos Modernos" (1935), já mostrava a influência da máquina na vida do homem. Esse homem criado como gado encurralado em fábricas e acostumado a movimentos repetitivos e em série.
                   No sistema educacional atual as crianças são obrigadas a ficarem sentadas e quietas durante horas olhando para um quadro negro, quando dispõem de um. São divididas em séries e têm seu tempo controlado por uma sirene que indica o momento da troca de professores. Professores estes que algumas vezes ensinam disciplinas sem ter formação para tal. Geralmente não há práticas interdiciplinares, nem  os conteúdos que dialoguem com a realidade do estudante. Como esperar então que as mídias digitais não influenciem e atraiam a atenção dessa geração nascida na era da internet?
                  Vivemos em um sistema educacional arcaico com um ensino ultrapassado, e não sabemos aproveitar as inúmeras possibilidades que as mídias poderiam trazer para a educação.A internet por exemplo, pode ser utilizada de maneira muito mais construtiva do que é atualmente.

E você, acredita que as mídias podem auxiliar as práticas em sala de aula? Deixe seu comentário!